Sobre

Alexandra Lopes — a mulher de mil vozes e uma só essência: criar.

Eu não ensino técnica.
Eu ensino integração criativa: o processo de unir mente, arte e propósito pra que você pare de se sentir dividido entre tudo o que é.

O que eu faço não é curso. É travessia.

Um reencontro entre você e o seu poder de criar com verdade — sem se perder nas mil vozes que vivem dentro de você.

Porque você não é confuso.
É complexo.

Minha história é feita de travessias.

Fui professora de escola infantil, depois de ensino médio.
Me formei em Letras e mergulhei na Psicanálise e na Neuropsicopedagogia.
Trabalhei como atriz de teatro infantil, editora, redatora e ghostwriter — e foi aí que descobri o perigo de emprestar a própria voz até quase perdê-la.

Recuperei minha identidade escrevendo e tecendo sobre o que eu acreditava:
arte, liberdade, consciência, envelhecimento e alma criadora.

Hoje, uso toda essa bagagem para guiar pessoas que estão presas entre o “faço mil coisas” e o “não sei quem sou”.
Sou a prova viva de que a multidão que habita em nós pode trabalhar junta — desde que tenha propósito e direção.

Minha arte é feita de agulhas, palavras e revoluções silenciosas.

Faço parte do grupo Linhas de Ação Coletiva (LAC), onde o bordado é linguagem de denúncia e empoderamento feminino.
Criamos peças que falam sobre corpo, memória, política, espiritualidade e o papel da mulher na arte contemporânea.

Cada obra é um ato de resistência.
Cada linha, uma palavra.
Cada ponto, um grito contido.

Entre encontros literários, exposições, projetos sociais e mentorias, o que mais me move é ver outras mulheres assumindo o próprio poder criador — sem pedir licença.


Transformo pessoas criativas em artistas com voz, direção e renda.

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