Alexandra Lopes — a mulher de mil vozes e uma só essência: criar.

Eu nunca acreditei que a vida fosse uma linha reta.
Alexandra Lopes
Pra mim, ela é um tecido: feito de fios diferentes, bordado com coragem e desobediência.
Artista multicriativa. Escritora. Mentora. Futurista.
Mulher renascentista do século XXI.
Sou uma mulher que viveu muitas vidas — e em todas elas, criei.
Comecei como professora, ensinei letras e histórias.
Escrevi minha primeira coleção de livros aos 22 anos e vendi mais de um milhão de exemplares pela Editora do Brasil.
Depois vieram outros — romances, coletâneas, livros sobre escrita e criatividade.
Estive na internet desde que “tudo era mato”. Fui beta tester da Google, Meta e do WordPress! Produzi os primeiros “cursinhos” para internet dos grandes players do Marketing Digital, quando nenhum brasileiro sequer sabia o que era isso.
Escrevi para empresas, ganhei concursos por eles e tudo ia muito, muito bem…
Mas algo em mim sempre pediu mais: cor, textura, voz.
Foi assim que encontrei as artes têxteis, mais especificamente o bordado, não como passatempo, mas como manifesto político e espiritual.
Costurei ideias, dores e memórias — e percebi que cada ponto era também uma forma de cura.
Hoje, ensino pessoas criativas a integrarem suas partes, suas vozes e seus talentos — pra que transformem o caos em presença, propósito e prosperidade.
Eu não ensino técnica.
Eu ensino integração criativa: o processo de unir mente, arte e propósito pra que você pare de se sentir dividido entre tudo o que é.
O que eu faço não é curso. É travessia.
Um reencontro entre você e o seu poder de criar com verdade — sem se perder nas mil vozes que vivem dentro de você.
Porque você não é confuso.
É complexo.
E o mundo precisa da sua multiplicidade.




Minha história é feita de travessias.
Fui professora de escola infantil, depois de ensino médio.
Me formei em Letras e mergulhei na Psicanálise e na Neuropsicopedagogia.
Trabalhei como atriz de teatro infantil, editora, redatora e ghostwriter — e foi aí que descobri o perigo de emprestar a própria voz até quase perdê-la.
Recuperei minha identidade escrevendo e tecendo sobre o que eu acreditava:
arte, liberdade, consciência, envelhecimento e alma criadora.
Hoje, uso toda essa bagagem para guiar pessoas que estão presas entre o “faço mil coisas” e o “não sei quem sou”.
Sou a prova viva de que a multidão que habita em nós pode trabalhar junta — desde que tenha propósito e direção.
Minha arte é feita de agulhas, palavras e revoluções silenciosas.
Faço parte do grupo Linhas de Ação Coletiva (LAC), onde o bordado é linguagem de denúncia e empoderamento feminino.
Criamos peças que falam sobre corpo, memória, política, espiritualidade e o papel da mulher na arte contemporânea.
Cada obra é um ato de resistência.
Cada linha, uma palavra.
Cada ponto, um grito contido.
Entre encontros literários, exposições, projetos sociais e mentorias, o que mais me move é ver outras mulheres assumindo o próprio poder criador — sem pedir licença.

Transformo pessoas criativas em artistas com voz, direção e renda.
Na Mentoria Multicriativa, reúno tudo que vivi:
a escrita, a psicanálise, a didática, a neurociência, as artes têxteis e a coragem de começar de novo.
É um espaço de autodescoberta, estrutura e impulso, onde pessoas criativas aprendem a transformar o que fazem em presença, propósito e projeto.
Não ensino a bordar, pintar ou escrever.
Ensino a ser inteiro — e a transformar essa inteireza em potência criadora.